Moção S: vota nos/as delegados/as que podem mudar o Rumo do Bloco
14-11-2025
Camarada,
Sendo o excesso de centralização um dos problemas apontados ao Bloco de Esquerda, não iremos propor nenhum nome como "coordenador", figura que não existe nos estatutos e que não pretendemos ter.
Em vez de coordenador, propomos um funcionamento mais coletivo e participado, reforçando o papel dos órgãos eleitos do partido Mesa Nacional, Comissão Política e Comissão de Direitos, assim como um maior envolvimento de todas as organizações locais e de todos os/as militantes do Bloco.
Da mesma forma vamos promover a rotação dos nossos eleitos na Mesa Nacional consoante os assuntos em debate e de um ponto de vista formativo. Queremos promover e apoiar a formação política dos quadros do Bloco de Esquerda, entre todos os/as aderentes.
Entre os nossos candidatos e candidatas à Mesa Nacional haverá sindicalistas, dirigentes associativos, ativistas, economistas, professores, médicos, estudantes, artesãos, antigos deputados e fundadores do Bloco de Esquerda, de todas as idades.Apelamos ao voto nos/as candidatos/as da Moção S, a única forma de garantir que o Bloco tem uma mudança real, Um Novo Rumo para o Bloco de Esquerda.A Moção S defende desde o seu início que as lutas pelo trabalho com direitos têm de ser centrais na linha política do Bloco, especialmente, quando se prepara a aprovação de um "Pacote Laboral" que põe em causa a dignidade de quem trabalha e vive do seu salário. São leis que pretendem tornar mais baixos os custos de trabalho, desproteger os trabalhadores e retirar-lhes a possibilidade de enfrentar o patronato através da greve e da desvalorização da liberdade sindical, que está inscrita na Constituição e é um Direito Humano.
Os trabalhadores já saíram à rua numa manifestação histórica contra este atentado aos direitos dos trabalhadores, na qual foi anunciada uma greve geral.
Na Moção S apoiamos a greve geral convocada para dia 11 de dezembro, saudando o facto de CGTP e UGT terem sido capazes de ultrapassar o sectarismo.
Apelamos à mobilização de todos os trabalhadores do sector público e privado, de todos os sindicatos sem filiação em qualquer central sindical bem como das comissões de trabalhadores, para esta importante ação de luta.
Aproximando-se a data da XIV Convenção Nacional do Bloco de Esquerda, realizam-se, no próximo fim de semana, 14, 15 e 16 de novembro, as votações para delegados. A Moção S, que nesta Convenção sublinha a necessidade de mudança do Bloco de Esquerda, apresenta os princípios que presidem à organização das listas que propõe para a Mesa Nacional e a Comissão de Direitos.
Queremos discutir a linha política e a organização interna do Bloco.Sendo o excesso de centralização um dos problemas apontados ao Bloco de Esquerda, não iremos propor nenhum nome como "coordenador", figura que não existe nos estatutos e que não pretendemos ter.
Em vez de coordenador, propomos um funcionamento mais coletivo e participado, reforçando o papel dos órgãos eleitos do partido Mesa Nacional, Comissão Política e Comissão de Direitos, assim como um maior envolvimento de todas as organizações locais e de todos os/as militantes do Bloco.
Da mesma forma vamos promover a rotação dos nossos eleitos na Mesa Nacional consoante os assuntos em debate e de um ponto de vista formativo. Queremos promover e apoiar a formação política dos quadros do Bloco de Esquerda, entre todos os/as aderentes.
Entre os nossos candidatos e candidatas à Mesa Nacional haverá sindicalistas, dirigentes associativos, ativistas, economistas, professores, médicos, estudantes, artesãos, antigos deputados e fundadores do Bloco de Esquerda, de todas as idades.Apelamos ao voto nos/as candidatos/as da Moção S, a única forma de garantir que o Bloco tem uma mudança real, Um Novo Rumo para o Bloco de Esquerda.A Moção S defende desde o seu início que as lutas pelo trabalho com direitos têm de ser centrais na linha política do Bloco, especialmente, quando se prepara a aprovação de um "Pacote Laboral" que põe em causa a dignidade de quem trabalha e vive do seu salário. São leis que pretendem tornar mais baixos os custos de trabalho, desproteger os trabalhadores e retirar-lhes a possibilidade de enfrentar o patronato através da greve e da desvalorização da liberdade sindical, que está inscrita na Constituição e é um Direito Humano.
Os trabalhadores já saíram à rua numa manifestação histórica contra este atentado aos direitos dos trabalhadores, na qual foi anunciada uma greve geral.
Na Moção S apoiamos a greve geral convocada para dia 11 de dezembro, saudando o facto de CGTP e UGT terem sido capazes de ultrapassar o sectarismo.
Apelamos à mobilização de todos os trabalhadores do sector público e privado, de todos os sindicatos sem filiação em qualquer central sindical bem como das comissões de trabalhadores, para esta importante ação de luta.
Saudações bloquistas,
Pela Moção S
Adelino Fortunato
Alexandra Vieira
Ana Margarida Roberto
António Marinho SIlva
Fernando Gandra
Heitor de Sousa
Jorge Humberto Nogueira
Maria José Vitorino
Mónica Rocha
Nuno Pinheiro
Rui Cortes
Alexandra Vieira
Ana Margarida Roberto
António Marinho SIlva
Fernando Gandra
Heitor de Sousa
Jorge Humberto Nogueira
Maria José Vitorino
Mónica Rocha
Nuno Pinheiro
Rui Cortes
